Archives for Cuidadores

Cuidadores familiares e a depressão

Publicado originalmente em “Family Caregiver Alliance”. Traduzido e adaptado por Nilton Yamamoto.


INTRODUÇÃO

Poderia a tristeza, a solidão ou a raiva que você sente hoje ser um sinal de alerta de depressão? É possível. Não é incomum para os cuidadores em desenvolver depressão leve ou mais grave, como resultado das constantes exigências que enfrentam na prestação de cuidados.

O cuidar não causa depressão. Nem todo mundo que tem a experiência em cuidar de alguém e tem sentimentos negativos terão depressão. Mas no esforço para fornecer o melhor cuidado possível para um membro da família ou amigo, estes cuidadores muitas vezes sacrificam suas próprias necessidades físicas e emocionais. E essas experiências emocionais e físicas envolvidas com a prestação de cuidados podem deixar tensas até as pessoas mais capazes. Os sentimentos resultantes de raiva, ansiedade, tristeza, isolamento, cansaço e, em seguida, a culpa por ter esses sentimentos, podem produzir uma sensação de “grande peso sobre os seus ombros”.

Todo mundo tem sentimentos negativos que vêm e vão ao longo do tempo mas quando esses sentimentos se tornam mais intensos e deixam os cuidadores totalmente esgotados, chorando com frequência ou se irritando facilmente com a pessoa amada ou qualquer outra pessoa, isto pode muito bem ser um sinal de alerta para a depressão. Preocupações sobre a depressão surgem quando a tristeza e choro não vão embora ou quando esses sentimentos negativos são implacáveis.

Infelizmente, os sentimentos de depressão são muitas vezes vistos como sinais de fraqueza em vez de um sinal de que algo está desequilibrado. Comentários como “tem que sair dessa” ou “é tudo da sua cabeça” não são úteis, e refletem uma crença de que preocupações de saúde mental não são reais. Ignorar ou negar seus sentimentos não os farão desaparecer.

Atenção precoce para os sintomas de depressão, exercícios físicos, uma dieta saudável, apoio de familiares e amigos, orientações e consultas com os médicos responsáveis, psicólogos ou psiquiatras podem ajudar a prevenir o desenvolvimento de uma depressão mais grave ao longo do tempo.


 OS SINTOMAS DA DEPRESSÃO


As pessoas experimentam a depressão de formas diferentes. Alguns podem sentir uma baixo nível de tristeza durante meses, enquanto outros sofrem variações súbitas e intensas em suas emoções. O tipo e graduação dos sintomas variam de acordo com indivíduo e podem mudar ao longo do tempo.

Você já experimentou qualquer um dos seguintes sintomas por mais de duas semanas? Estes são os sintomas mais comuns de depressão:

  • Mudança nos hábitos alimentares, resultando em ganho ou perda de peso indesejado;
  • Mudança nos padrões do sono: muito sono ou redução do tempo de sono;
  • Sentir-se cansado o tempo todo;
  • Perder o interesse em pessoas e/ou atividades que normalmente lhe trazem prazer;
  • Tornar-se facilmente agitado ou irritado;
  • Sentir que nada que você faz é bom o suficiente;
  • Ter pensamentos de morte, suicídio ou tentativa de suicídio;
  • Ter sintomas físicos que não respondem ao tratamento, tais como dores de cabeça, distúrbios digestivos e dores crônicas.

PREOCUPAÇÕES ESPECIAIS COM OS CUIDADORES


O que a falta de sono, a demência e se você é homem ou mulher têm em comum? Cada um pode contribuir à sua maneira no aumento do risco do cuidador para a depressão.

 DEMÊNCIA E CUIDADOS

Os pesquisadores descobriram que uma pessoa que presta cuidados para alguém com demência é duas vezes mais propensa a sofrer de depressão do que uma pessoa que presta cuidados para alguém sem demência. Quanto mais grave o caso de demência, como a causada pela doença de Alzheimer, o mais provável é que o cuidador sofra de depressão. É fundamental que os cuidadores, especialmente nestas situações, recebam apoio consistente e confiável ao longo do tempo.

  • Cuidar de uma pessoa com demência pode consumi-la completamente. É diferente de outros tipos de prestação de cuidados. Não só os cuidadores gastam significativamente mais horas por semana na prestação dos cuidados, como eles relatam mais problemas no emprego, estresse pessoal, problemas de saúde mental e física, menos tempo para fazer as coisas que eles gostam, menos tempo para conviver com outros membros da família e maior quantidade de conflitos familiares comparados aos cuidadores que prestam serviços a pessoas sem demência.
  •  A deterioração da capacidade mental e física de um ente querido e a lida com comportamentos relacionados com a demência podem ser tão estressantes para o cuidador que acabam contribuindo muito para o desenvolvimento de sintomas da depressão. Sintomas relacionados com a demência, como “síndrome do andarilho”, agitação, acumulação e de condutas constrangedoras tornam-se desafios diários e fica mais difícil para um cuidador descansar ou prover assistência e cuidados adequados.
  • As mulheres sofrem de depressão em uma taxa maior do que a dos homens. Mulheres, principalmente as esposas e filhas, são as responsáveis na maior parte da prestação dos cuidados. Nos Estados Unidos, aproximadamente 12 milhões de mulheres experimentam a depressão clínica a cada ano, aproximadamente duas vezes maior que a taxa nos homens. Uma pesquisa da Associação Nacional de Saúde Mental sobre comportamentos e crenças sobre depressão clínica constatou que mais da metade das mulheres pesquisadas ainda acreditam que é “normal” para uma mulher sentir-se deprimida durante a menopausa.
  • O estudo também constatou que muitas mulheres não procuram tratamento para a depressão, porque elas têm vergonha ou negam sobre “estar deprimidas”. Na verdade, 41% das mulheres pesquisadas citaram constrangimento ou vergonha como barreiras ao tratamento.
  • Homens que são cuidadores lidam com a depressão de forma diferente. Os homens são menos propensos a admitir a depressão e os médicos são menos propensos a diagnosticar a depressão em homens. Os homens “se autotratam” contra seus sintomas depressivos de raiva, irritabilidade ou impotência com álcool ou trabalhando em excesso. Embora cuidadores do sexo masculino tendam a ser mais dispostos do que os cuidadores do sexo feminino para contratar ajuda externa para auxiliarem nos deveres de cuidados em casa, eles tendem a ter menos amigos para que possam desabafar ou atividades sociais fora de casa. A suposição de que os sintomas depressivos são um sinal de fraqueza pode tornar-se especialmente difícil para os homens a procurar ajuda clínica.
  • A falta de sono contribui para a depressão. A necessidade de sono varia, sendo que a maioria das pessoas precisa de oito horas por dia. A perda de sono como resultado dos cuidados para um ente querido pode levar à depressão grave. È importante lembrar que mesmo que você não seja capaz de fazer o seu ente querido descansar durante a noite, você tem que arranjar um tempo para descansar e dormir. A contratação de um cuidador profissional para ficar com seu ente querido enquanto você descansa ou encontrar um centro de atendimento ou combinar com outro membro da família para assumir por algumas noites são maneiras de manter seu compromisso de cuidar da pessoa e conseguir dormir o quanto você necessita.
  • A depressão pode persistir mesmo após a colocação do ente querido em uma instituição de longa permanência para idosos (ILPI). Tomar a decisão de movê-lo para uma “clínica de repouso” é muito estressante. Mesmo quando muitos cuidadores conseguem finalmente colocar em dia o seu próprio descanso, a solidão, a culpa e o monitoramento dos cuidados, que o ente querido recebe neste novo local, podem adicionar novo estresse. Muitos cuidadores sentem-se deprimidos no momento da internação e alguns continuam a sentir-se deprimidos ainda por um longo tempo.

As pessoas acreditam que quando se cessam os cuidados, o estresse da prontidão em prestar os cuidados vai embora. No entanto, os pesquisadores descobriram que mesmo três anos após a morte de um cônjuge com demência, alguns ex-cuidadores continuaram a sofrer de depressão e solidão. Em um esforço para voltar a sua vida ao normal, ex-cuidadores podem precisar de ajuda para a depressão, também.


O QUE FAZER SE VOCÊ PENSA QUE TEM DEPRESSÃO


Depressão merece ser tratado com a mesma atenção proporcionada para qualquer outra doença, tal como a diabetes ou a hipertensão. Se você se sentir desconfortável usando o termo depressão, diga o profissional que você está “sentindo muito triste e cansado” ou “se sentindo por baixo.” O profissional vai entender a mensagem. O importante é procurar ajuda.

Aqueles com doenças crônicas também podem sofrer de depressão. Se você suspeita que este seja o caso com a pessoa sob cuidados, procure uma oportunidade para partilhar a sua preocupação com ela. Se elas estão relutantes em falar sobre isso com você, incentive um amigo de confiança para falar com elas ou considere deixar uma mensagem para o seu médico sobre a sua preocupação antes da sua próxima consulta.


COMO A DEPRESSÃO É TRATADA?


O primeiro passo para obter o melhor tratamento para a depressão é se encontrar com um profissional de saúde mental, como um psiquiatra ou psicólogo. Ao mesmo tempo, agende um exame físico com o seu médico. Certos medicamentos, bem como algumas condições médicas, como infecções virais, podem causar os mesmos sintomas da depressão e pode ser avaliado pelo seu médico durante um exame. O exame deve incluir testes de laboratório e uma entrevista para testar o estado mental que determina se os padrões de fala, memória ou pensamento foram afetados.

Embora não seja incomum para um médico prescrever uma medicação antidepressiva, ela sozinha pode não ser o tratamento mais eficaz para a depressão. A orientação de um profissional de saúde mental em todo o seu tratamento é fortemente recomendado. O terapeuta ou conselheiro irá ouvir as suas preocupações, avaliando você para os sintomas de depressão e estabelecendo um tratamento apropriado.

Uma maneira de encontrar um profissional é pedir a um amigo para indicar o nome de alguém que conhece e confia. Você também pode encontrar alguém, pedindo uma indicação ao seu guia espiritual, ao seu médico ou, se você possui uma plano de saúde, pode verificar a lista de médicos conveniados.

É importante acreditar e se sentir confortável com o profissional que você escolhe. Não é incomum solicitar uma consulta inicial para ajudar a determinar se é o profissional correto para suas necessidades e estilo particulares. É conveniente esclarecer qual será o custo, se o seu plano de saúde irá pagar e quantas sessões programadas que você deve esperar para ter com o terapeuta de saúde mental. Qualquer tratamento deve ser avaliado regularmente para garantir que ele continue a contribuir para a melhoria da sua saúde e de seu desenvolvimento.


PERGUNTAS EM UM EXAME DE SAÚDE MENTAL PARA DEPRESSÃO


  1. Diga-me por que você acha que pode estar sofrendo de depressão.
    1. Quando você começou a perceber esses sintomas? Há quanto tempo você experimenta estes sintomas?
    2. Como eles afetam você? Existem coisas que você fazia e não pode mais fazer?
    3. Você já experimentou esses sentimentos antes?
    4. Se você tem depressão, você recebeu tratamento? Que tipo?
  1. Quantas vezes você usar álcool ou drogas (lícitas ou ilícitas) durante a semana?
  2. Você já teve alguns pensamentos sobre a morte ou considerou se suicidar?
  3. Você tem familiares que sofrem ou sofreram depressão?
  4. Se sim, eles recebem tratamento? Que tipo?
  5. Você já alguma perda séria, relacionamentos difíceis, problemas financeiros ou outras mudanças recentes em sua vida?
  6. Existe alguma coisa que você gostaria de adicionar para me ajudar a compreender melhor a sua situação?

OPÇÕES DE TRATAMENTO


Após a avaliação física e mental, um programa de tratamento será recomendado. A psicoterapia e medicação antidepressiva são usadas sozinhas ou em combinação. O tratamento mais comum para os sintomas depressivos que progrediram além do estágio leve é a medicação antidepressiva, que proporciona alívio dos sintomas relativamente rápido, em conjunto com a psicoterapia, que oferece novas estratégias para uma vida mais satisfatória. A seguir estão os tratamentos mais comuns usados hoje:

PSICOTERAPIA

Terapia Cognitiva e Comportamental – O terapeuta irá se concentrar em identificar e mudar de maneira persistente os pensamentos e comportamentos autodestrutivos. O objetivo final é ajudar os cuidadores a reconhecer e desfrutar de eventos positivos em suas vidas e aprender habilidades práticas para lidar com os problemas que estão enfrentando.

Terapia Interpessoal – O terapeuta ajuda o cuidador a autoavaliar problemas em sua comunicação ou falta dela comunicação com outras pessoas. O cuidador virá a compreender melhor o seu próprio estilo de comunicação e aprender em como melhorar as relações com os outros.

Terapia Psicodinâmica – Embora por vezes usadas para tratar a depressão, esta terapia é pensado para ser menos eficaz do que os outros dois tratamentos já mencionados. Seu objetivo é vir à tona sentimentos conflitantes profundamente arraigadas e melhor compreendê-los.

MEDICAMENTOS

Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS’s) – (Prozac, Zoloft, Paxil etc). Medicamentos que atuam na estabilização dos níveis de serotonina, um neurotransmissor. Os baixos níveis de serotonina têm sido associados à depressão. Tem menores efeitos colaterais do que medicamentos tricíclicos.

Tricíclicos (Norpramin, Pamelor, Sinequan etc) Os Tricíclicos aumentam os níveis de neurotransmissores no cérebro. Pode causar mais efeitos colaterais.

Inibidores da monoamina oxidase (IMAO) (Nardil, Parnate etc) São as drogas que aumentam o nível de neurotransmissores no cérebro. Eles são mais frequentemente utilizados quando outros medicamentos não são eficazes ou tolerados.

Se a terapia medicamentosa é recomendada, haverá uma certa quantidade de tentativas e erros necessários para encontrar o tipo certo e a dosagem da medicação para cada indivíduo e pode levar várias semanas antes que os efeitos sejam sentidos. Uma boa comunicação entre paciente e médico é importante. Os adultos mais velhos devem ter um cuidado especial para observar os efeitos colaterais dos medicamentos causados a partir de uma dose muito alta ou interações com outros medicamentos.

TERAPIAS COMPLEMENTARES E ALTERNATIVAS

Erva-de-são-joão. Um dos tratamentos alternativos mais estudados para sintomas depressivos é a erva-de-são-joão (Hypericum perforatum). É uma erva amplamente utilizado no tratamento da depressão leve a moderada na Europa e está em processo de estudos nos Estados Unidos.

É promovido como uma forma “natural” para melhorar o humor e como um tratamento para depressão leve a moderada. Os pesquisadores estão estudando-o para a possibilidade de ter menor e menos graves efeitos colaterais do que as drogas antidepressivas.

Se estiver tomando a erva-de-são-joão ou considerando seu uso, converse com seu médico para garantir que não irá interferir com qualquer outro tratamento que está recebendo.

Transtorno Afetivo Sazonal (TAS). Cuidadores que se sentem deprimidos quando confinado dentro de casa ou em resposta a dias cinzentos de inverno podem sofrer de TAS, também conhecido como “depressão de inverno.” A medida que as estações mudam, há uma mudança em nossos relógios biológicos internos ou ritmos circadianos, em parte em resposta às mudanças nos padrões de luz solar. Isso pode fazer com que nossos relógios biológicos estajam fora de sincronia com nossas programações diárias. Pessoas com TAS têm dificuldade em adaptar-se à falta de luz solar nos meses de inverno. Os sintomas são mais pronunciados em julho e agosto, quando os dias são mais curtos. Muitas vezes o TAS é erroneamente diagnosticado como hipotireoidismo, hipoglicemia, mononucleose infecciosa e outras infecções virais.

A Fototerapia, usando luzes fluorescentes especialmente concebidas, tem demonstrado que há reversão dos sintomas depressivos do TAS. Especialistas acreditam que a terapia de luz funciona alterando os níveis de certas substâncias químicas do cérebro, especificamente a melatonina. Medicação antidepressiva junto com outros tratamentos, incluindo o exercício, pode ser útil também. Se sentir sintomas depressivos leves sazonalmente, experimente aumentar a intensidade de luz em seu entorno, utilizando lâmpadas ou outras fontes. Se os sintomas são fortes o suficiente para prejudicar o seu dia-a-dia, procure um profissional de saúde mental, com experiência no tratamento da TAS.

Exercícios físicos. Os exercícios físicos são recomendados  para reduzir os efeitos da depressão. Andar três vezes por semana durante 30 a 45 minutos, tem sido associado na redução ou alívio dos sintomas da depressão. Desconhece-se se a atividade física impede o aparecimento da depressão ou apenas ajuda a modificar os efeitos. Conseguir um tempo para fazer exercícios físicos é por vezes difícil para os cuidadores. Ele é visto muitas vezes como uma atividade secundária, de algo para se fazer somente quando todo o resto já foi feito. Você deve considerar em adicionar os exercícios em sua lista de tarefas, pedir a um amigo para num dia da semana caminharem juntos ou solicitar que seu médico prescreva uma receita para caminhar ou aderir a academia de ginástica. Todas as pesquisas mostram que, para uma vida mais saudável, é de bom senso ter um tempo para os exercícios físicos.


ESTRATÉGIAS PARA AJUDAR A SI MESMO


Os transtornos depressivos podem fazer alguém se sentir exausto, impotente e sem esperança. Tais pensamentos e sentimentos negativos fazem algumas pessoas sentirem vontade de desistir. É importante perceber que estes pontos de vista negativos são parte da depressão e podem não refletir com precisão a situação. O Instituto Nacional de Saúde Mental oferece as seguintes recomendações para lidar com a depressão:

  1. Defina metas realistas, à luz da depressão e assuma uma quantidade razoável de responsabilidades.
  2. Divida grandes tarefas em tarefas menores, estabeleça algumas prioridades e faça o que você pode como você pode.
  3. Procure estar com outras pessoas e tenha um confidente; geralmente é melhor do que estar sozinho e reservado.
  4. Participe de atividades que podem fazer você se sentir melhor, como exercícios leves, assistir um filme ou jogar bola, participar de um evento religioso, social ou na comunidade.
  5. Espere que o seu humor melhore gradualmente, não imediatamente. Sentindo-se melhor leva tempo.
  6. É aconselhável adiar decisões importantes até que a depressão tenha desaparecido. Antes de decidir fazer uma mudança significativa , como mudar de emprego, se casar ou divorciar-se, converse com outras pessoas que o conhece bem e tem uma visão mais objetiva de sua situação.
  7. As pessoas “não saem simplesmente de” uma depressão. Mas eles podem se sentir um pouco melhor dia-a-dia.
  8. Lembre-se, os pensamentos positivos irão substituir os pensamentos negativos, que fazem parte da depressão. Os pensamentos negativos serão reduzidos a medida que sua depressão responde ao tratamento.
  9. Deixe a sua família e amigos ajudá-lo.

Assistência de cuidadores profissionais, o respeito aos seus períodos de repouso, bem como feedback positivo de outros, conversas interiores positivas, e atividades recreativas estão ligadas a menores níveis de depressão. Procure por grupos de apoio disponíveis para ajudá-lo a aprender ou conhecer práticas eficazes para a resolução de problemas e estratégias de enfrentamento necessários para a prestação dos cuidados.

Para a sua própria saúde e daqueles que o cercam, reserve e use um tempo para cuidar de si mesmo.



Redigido por Family Caregiver Alliance in cooperation with California’s Caregiver Resource Centers. Revisão: Steven H. Zarit, Ph.D. Professor of Human Development and Assistant Director, Gerontology Center, Pennsylvania State University. Funded by the California Department of Mental Health and the Archstone Foundation. © 2002, 2008 Family Caregiver Alliance.

Family Caregiver Alliance (www.caregiver.org)